Saúde Pública, posse dos eleitos em Floripa e a pandemia

ALESC, local da cerimônia de posse 2021 – Foto: Divulgação/CMF

Viramos o infindável 2020 com a esperança de um ano melhor. Termos um 2021 melhor certamente depende de nós mesmos, mas é bem verdade que ainda há “pano para manga” quanto à pandemia. Não vou falar da importância dos esforços individuais, que já estão batidos e infelizmente por muitos negligenciado. Destaco aqui alguns pontos desde a posse dos eleitos de Floripa, para tentarmos avaliar para onde vamos.

No último dia primeiro, nossos 23 representantes assumiram posse em evento realizado na ALESC. Considerando o contexto da pandemia, sabemos que será impossível eles não defrontarem esta temática e seus desdobramentos nos próximos meses e anos. Assim, vale destacar, entre a fala daqueles que puderam se pronunciar, a preocupação com esta temática. Entre os vereadores, o Marquito citou as dificuldades com a pandemia, e o Afrânio enalteceu o SUS, falando da importância da vacina. Independente da questão partidária, é muito importante termos falas como estas dentro da câmara. Ademais, cabe destacar a fala do prefeito eleito, Gean Loureiro, quando menciona que esta crise extensa tem suas balizas amparadas pela ciência. Isso pode ser reafirmado quando vemos em Floripa um orçamento previsto de R$ 20 milhões para aquisição de vacinas e insumos, ainda que se espere da União e Estado protagonismo e um plano claro.

Tal qual mencionado pelo prefeito, 2020 foi um ano em que a ciência ganhou destaque, goste ou não. Como escrito por Natalia Pasternak, em artigo recente na Crusoé, 2021 é o ano das vacinas. Teremos novos testes, novos tipos de vacinas e precisaremos nos preparar. Municípios que se anteverem neste sentido e valorizarem a ciência estarão na frente, e assim esperamos de Floripa!

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